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“Seu filho não tem cara de autista.”
Essa é uma frase que as mães de autistas escutam bastante, afinal, o AUTISMO está classificado como uma das inúmeras “deficiências ocultas”.
Mas por que são chamadas “deficiências ocultas”?
Porque não possuem sinais físicos evidentes, como é o caso das deficiências físicas (paraplegia, tetraplegia, paralisias, etc).
Mas essa não-identificação rápida, muitas vezes, causa situações difíceis que podem impactar e dificultar bastante a vida dessas pessoas, pois essas condições, mesmo não “visíveis” comprometem autonomia, socialização, aprendizagem, comportamentos e funcionalidades.
“Por que ela tem prioridade, se ela não tem nada?”
Frases como esta mostram os inúmeros julgamentos aos quais as pessoas com deficiências ocultas são expostas diariamente, dificultando acessos e até mesmo apoios.
O preconceito e a falta de conhecimento ainda são barreiras muito cruéis e que precisam ser combatidas com empatia, acolhimento e o mínimo de conhecimento sobre o assunto.
A informação salva!
Quais são as deficiências ocultas?
* Transtorno do Espectro Autista (TEA);
* TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade);
* Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG);
* Dislexia;
* Transtorno do processamento sensorial (TPS);
* Doenças crônicas (como Fibromialgia, Epilepsia, Lúpus, Doença de Crohn, etc);
* Surdez;
* Dentre outras.
Se você conhece pessoas com essas condições, não faça parte do time que julga.
Seja parte do acolhimento!
A inclusão, a empatia e a acessibilidade são o caminho para um convívio mais justo e harmônico para toda a comunidade.