Vamos falar sobre Transtornos Alimentares?

Alimentação vai muito além de nutrir o corpo. É um processo que carrega (e esconde) inúmeros sentimentos, emoções, autoestima, rotinas e bem-estar.

E quando essa relação não funciona de forma saudável, começam os distúrbios alimentares, que vem se tornando uma questão bastante desafiadora no desenvolvimento de crianças e adolescentes, e muitas vezes, permanecendo na vida adulta.

A comida não deve ser recompensa, punição ou consolo. Se isto está ocorrendo, é uma situação que precisa de escuta, acolhimento e ajuda profissional.

O momento das refeições deve ser um espaço de segurança, bem-estar e aconchego. Nunca de pressão.

Comentários constantes sobre o peso, o corpo ou quantidade de comida podem impactar a relação da criança ou adolescente com a alimentação. Menos julgamentos. Mais empatia.

Os transtornos alimentares podem afetar pessoas em qualquer idade, porém, quanto antes forem identificados, maiores as possibilidades de devolver qualidade de vida para quem passa por eles.

Existem alguns comportamentos que devem acender o alerta dos pais:

* Preocupação excessiva com o peso ou com a aparência;
* Restrições alimentares ou dietas frequentes;
* Mudanças bruscas nos hábitos alimentares;
* Isolamento durante as refeições;
* Frequentes alterações de humor e baixa de energia;
* Cansaço intenso.

Falar abertamente com seus filhos sobre transtornos alimentares é um passo muito importante para a prevenção. O conhecimento é o caminho para a solução.

A escuta de hoje ajuda a construir pontes sólidas de confiança, que ajudarão a criar hábitos saudáveis para a vida toda.

Por trás de cada comportamento alimentar, existe uma história, uma emoção ou uma necessidade que precisa ser escutada e compreendida. Cuidar da nossa alimentação também é cuidar dos nossos sentimentos.

O acompanhamento multiterapêutico pode auxiliar bastante nesse processo de combate aos transtornos alimentares e retomada da autonomia.

Aqui na Assistiva, você pode contar com uma equipe pronta para ajudar nessas situações desafiadoras.(Psicólogos, Terapeutas Ocupacionais, Fonoaudiólogos, Profissionais de Educação Física e etc).

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